Diretor operacional do SINDAG compartilhou experiências do Congresso de Aviação Agrícola do México, destacando desafios do setor e a força do modelo brasileiro.
O diretor operacional do SINDAG, Cláudio Júnior de Oliveira, trouxe relatos inéditos sobre a participação brasileira no Congresso de Aviação Agrícola do México. Segundo ele, a experiência internacional evidenciou a liderança do Brasil em tecnologia, qualificação e organização do setor.
Cláudio destacou que o modelo brasileiro serve de referência para toda a América Latina, com frotas modernas, capacitação contínua e governança robusta, contrastando com desafios enfrentados por países vizinhos, como México e Argentina, onde falta estrutura, atualização tecnológica e representatividade política.
Durante o congresso, foram discutidos temas como legislação, segurança operacional e integração de novas tecnologias, incluindo drones e aeronaves autônomas. “O trabalho que realizamos aqui não só fortalece o setor no Brasil, mas também cria oportunidades de apoio a outros países, promovendo eficiência e segurança alimentar”, afirmou Cláudio.
Ele ainda reforçou a importância da presença brasileira em fóruns internacionais, que permite transferir conhecimento, fortalecer associações e inspirar políticas públicas. Segundo ele, a cooperação entre empresas, associações e universidades é fundamental para consolidar a aviação agrícola como atividade estratégica para o agronegócio global.
O diretor ressaltou que iniciativas como a Academia de Líderes da Aviação Agrícola e programas de pós-graduação exclusivos contribuem para consolidar o setor e gerar credibilidade nacional e internacional.
Da redação do Jornal campo Aberto



