Mariana Antunes estreia coluna

Olá!!

Este é o meu primeiro texto para o Jornal Campo Aberto, e, começo agradecendo ao Claudio Correia pelo convite, estou muito feliz por tornar-me parte desta equipe!

Para quem ainda não me conhece, sou Mariana Antunes, formada no curso técnico em Serviços Jurídicos pelo Centro Paula Souza (2011) e atualmente cursando o último ano de Engenharia Agronômica pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – Unesp campus de Jaboticabal.

Há pouco mais de 6 anos atrás, aos 16 anos de idade, eu estava prestando vestibulares para o curso de agronomia, mas, como escolher, tão cedo, a profissão que iremos seguir ao longo de nossas vidas?

A paixão pelo campo herdei de família, o que foi essencial para a escolha da profissão. Um ponto que me chamou a atenção e me fez querer saber ainda mais sobre essa carreira foi o fato de já conhecer profissionais que atuavam na área e que eram muito felizes com seus trabalhos.

A partir daí pesquisei as áreas de atuação que competem ao engenheiro agrônomo, e, confesso que me surpreendi muito positivamente, pois, as possibilidades são inúmeras, tais como administração rural, melhoramento genético de plantas, fertilidade do solo, entre outras. Atualmente, o eng° agrônomo está presente também na área de tecnologia, desenvolvendo ideias de aplicativos e softwares que serão usados no trabalho no campo.

Desta forma, o dinamismo da profissão foi fator fundamental para que eu escolhesse essa carreira, e, quando entrei na universidade pude ver isso de perto por meio da realização de estágios em diferentes departamentos. Estagiei nas áreas de topografia, de frutíferas e de hortaliças, e, de diferentes formas pude ver a importância da agronomia para a nossa vida, o que me tornava cada vez mais apaixonada pela profissão.

De acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o agronegócio contribuiu com 23.5% do PIB nacional em 2017, além de ser o único segmento que elevou a taxa de criação de empregos. A CNA ainda afirmou que a agricultura foi a principal responsável pela redução da inflação no Brasil.

Logo, o agronegócio brasileiro necessita de profissionais que, além de qualificação profissional, ofereçam paixão pelo que fazem e é desta forma que o setor continuará crescendo e se desenvolvendo mesmo em meio à crise e às adversidades existentes no país.

 

Agradeço pela oportunidade e até a próxima!

Abraços.

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